Chuva aborrecida não pára NOS Primavera Sound – Dia 1

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© Rui Oliveira

Apesar das condições atmosféricas atípicas para esta altura, o festival arrancou com muita afluência.

A minha primeira impressão foi de surpresa, muita cor num dia tão cinzento! Inicialmente senti-me algo perdida mas graças ao staff, à organização, tão simpáticos e lá me conseguiram orientar e aceder aos palcos que me interessavam.

O ambiente era de festa, de alegria, muita cor, muita luz, boa disposição à mistura com os diferentes cheiros a comida que pairavam no local. Público muito heterogéneo, muitos jovens, muitos como “eu”, com idade indeterminada, muitos estrangeiros, crianças a acompanhar os pais, mais velhos, uma panóplia de gentes.

Assisti, na íntegra, no palco SEAT, ao concerto de Father John Misty, que não conhecia, e fiquei fã!

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Father John Misty – galeria completa AQUI

No palco NOS, assisti ao concerto de Lorde, artista sobejamente já nossa conhecida, com mais aparato cénico que o habitual, acompanhada em palco por bailarinos e músicos. Lorde cativa pela sonoridade, pela juventude, pelos temas com que tantos jovens se identificam e pela simplicidade.

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Lorde – galeria completa AQUI

De volta ao Palco SEAT, assisti ao concerto do rapper americano, Tyler , The Creator, que também não conhecia. Cheguei mesmo a confundi-lo com um empregado da empresa de limpeza, devido à forma como estava vestido, todo ele fluorescente, mas que me surpreendeu muito pela positiva. Para mim foi o momento alto da noite: pela sonoridade, pelo espetáculo em palco, pela postura, pela ironia e irreverência. Top.

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Tyler, The Creator – galeria completa AQUI

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