GABINETE DE IMPRENSA

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Fernando Cunha – Hoje nas lojas || Novo disco “A Guitarra a Tocar”

Trinta anos depois do lançamento dos Delfins e vinte anos depois da sua estreia a solo, é com “A Guitarra A Tocar”, que Fernando Cunha, dá os próximos passos. O novo disco é editado hoje com selo UGURU.

Este álbum conta com as colaborações de João Gomes; do pianista/teclista João Pedro Pimenta, de alguns dos mais reconhecidos guitarristas como Tó Trips, João Cabeleira, Flak e Mário Delgado, entre outros; de Jonathan Miller, Gary O’Toole (histórico baterista dos Genesis) e, ainda, do coro Gospel Collective liderado por Selma Uamusse.
Esta tarde, pelas 18H00, Fernando Cunha apresentar-se-á ao vivo na FNAC Chiado.

O novo álbum, composto por 14 temas, traduz a forma principal de expressão de Fernando Cunha e o que acredita ainda ser um instrumento que poderá estar “em vias de extinção” no atual panorama pop. “A minha ideia inicial era fazer um disco instrumental que partisse de alguns dos universos mais ambientais do pós-rock e do rock progressivo, de influências de sempre na minha vida como os Talk Talk ou Radiohead e mais recentemente Steve Wilson ou Jonathan Wilson e juntar-lhe um universo específico dentro de todo o legado dos Delfins”, explica o guitarrista e compositor.

“Afastei-me”, “Hoje” e “Se Eu Pudesse Um Dia” são alguns dos temas clássicos dos Delfins que ganham uma nova vida em “A Guitarra A Tocar”, sendo que o último está presente no alinhamento em duas versões distintas, uma delas misturada pelo produtor Jonathan Miller.

Enquanto os instrumentais começavam a nascer, surgia a necessidade de trabalhar a voz. Apesar do músico se ver, primeiro, como um “guitarrista que adora cantar”, aceitou o desafio de dar voz a este novo disco. Não tivesse a voz de Fernando Cunha ecoado nos mais importantes palcos nacionais à boleia dos Resistência.

A importância do contributo de Fernando Cunha nos Delfins é inquestionável. Em conjunto com Miguel Ângelo, o guitarrista criou algumas das mais memoráveis canções da música pop nacional, como “Baia de Cascais”, “Um Lugar Ao Sol”, entre tantos outros. A bagagem que ganhou com os Delfins levou à formação do coletivo Resistência, com Pedro Ayres Magalhães, Miguel Ângelo e Tim, projeto que tem percorrido o país de norte a sul em concertos que têm celebrado, de uma forma grandiosa, o melhor da música nacional.

É como um trabalho de reflexão e uma oportunidade para cumprir sonhos que “A Guitarra A Tocar” se vai apresentar no dia 8 de fevereiro, com uma tour pelas várias lojas da FNAC ainda a ser divulgada. Porque é quando a guitarra toca que Fernando Cunha melhor nos diz o que lhe vai na alma e no pensamento

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