GABINETE DE IMPRENSA

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FOREIGN POETRY EDITAM “GRACE AND ERROR ON THE EDGE OF NOW” E APRESENTAM NOVO VÍDEO “FREEFORM”

SINGLE/ VÍDEO “FREEFORM”

“Freeform is about innocence and what comes out of space…working through pleasure/pain thinking, realisation and relief, mind and body… creativity fades if it’s ignored but it never disappears.”

Foreign Poetry

DISCO GRACE AND ERROR ON THE EDGE OF NOW

Desde Londres, os Foreign Poetry emergiram no início de 2018 e são a conclusão de uma parceria de estúdio onde a experimentação e a mistura deram origem a um álbum. Usando variadas texturas e arranjos, melodias vocais com raízes folclóricas e uma crua vulnerabilidade, o produtor Moritz Kerschbaumer e o cantor/compositor Danny Geffin entregam a este álbum de estreia um trabalho relevante, provocador, rico e até um pouco austero. Conseguem atingir enormes paisagens sonoras e orquestrações complexas, como também grooves mais descontraídos que afastam parte da instrumentação em favor de uma narrativa lírica mais simples. Em cada canto do disco há uma nuance para ser descoberta na qual a banda constrói um mundo possível para se perder. Com uma espécie de álbum conceptual, abordam uma variedade de noções abstratas mais amplas, como também mais incisivas – às vezes de passagem, às vezes como coda central. Há também espaço para o universo pessoal, as complexidades da vida e das relações humanas.

Citando Danny:“Há partes do álbum que se preocupam mais com as minúcias do nosso mundo interior, e outras com a cacofonia global de um progressismo não regulado, a morte das nuances, a negligência ambiental e o fim dos Impérios. No inicio não estávamos muito certos para onde íamos, mas o resultado foi uma exposição sincera, tanto como lembrete de algo mais humano e humilde, que às vezes pode ser esquecido, como uma crescente preocupação pela contínua falta de propósito e ligação evidentes através da expansão de um caos globalizado. É como se fosse o melhor momento para se estar vivo, mas porque não o sentimos dessa forma?”

Grace and Error on the Edge of Now é um disco rock-psicadélico sem rock nem psicadelia – talvez seja antes mais próximo de folk ou anti-pop. Com referências como Arthur Russell, The National, Lambchop e Future Islands, há diferentes estilos ao longo do álbum, assim como diferentes universos temáticos, somando-se numa meditação sobre a conexão espiritual, se a noção de fé tem um valor funcional na nossa evolução, o impacto da conveniência tecnológica na condição humana, a disseminação da informação à medida que informa e monitoriza uma aparente mudança na nossa consciência humana, a doutrinação da juventude e o processo de ultrapassar a fase da adolescência.

O álbum é editado dia 20 de Setembro pela Pataca Discos.

Créditos:

Produzido e gravado pelos Foreign Poetry no Elephant Ear em Londres e nos estúdios 15A em Lisboa. Misturado por Luís ‘Benjamin’ Nunes e Moritz Kerschbaumer. Masterizado por Tiago de Sousa. Todas as canções foram escritas e arranjadas pelos Foreign Poetry.

BIO FOREIGN POETRY

Os Foreign Poetry são Danny Geffin e Moritz Kerschbaumer. Danny é inglês, Moritz austríaco e ambos tocam vários instrumentos e escrevem canções. Conheceram-se em Londres, durante o verão de 2011, quando tocavam em projetos diferentes mas se cruzaram na mesma noite no The Ritzy, em Brixton – Moritz com Luís Nunes, mais conhecido por (Walter) Benjamin e Danny como metade dos Geffin Brothers. Moritz e Benjamin produziram o EP homónimo destes últimos e acabaram por tornar-se autónomos e tocar regularmente juntos numa banda de quatro elementos. Depois de alguns obstáculos e decisões de vida, as bandas separaram-se e seguiram a sua vida.

Os Foreign Poetry nasceram na produção de um EP de material de Danny, que nunca chegou a ser editado, resultado de muitas horas de trabalho com Moritz. Um dia, no inverno de 2016, Moritz envia a Danny duas ideias para canções nas quais andava a trabalhar e este retribui dias depois devolvendo-as cheias de ideias novas. Este encontro tornou-se num hábito, as ideias de ambos começaram a andar para trás e para a frente e ao fim de 12 meses neste sistema de trabalho, com alguns dias passados no estúdio por mês, destas canções nasceu uma continuidade e um caráter próprios. E a forma de um disco tornou-se evidente. A última peça no puzzle foi o polimento destas sessões nos estúdios da Pataca Discos, em Lisboa, onde o disco ganhou novas e belas texturas. E a magia que alguns amigos músicos acrescentaram na gravação: Anna Louisa Etherington (violino), Alice Febles Padron (coros), Luís (W. Benjamin) Nunes (bateria, percussão e coros) e Tony Love (bateria).

Segue Foreign Poetry: Soundcloud Facebook Website

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