Ilustrador António Jorge Gonçalves e rapper LBC Soldjah numa viagem pela história do graffiti

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No final do mês de janeiro, o Centro Internacional das Artes José de Guimarães (CIAJG) recebe António Jorge Gonçalves e LBC Soldjah para um espetáculo e uma exposição programados pelo serviço de Educação e Mediação Cultural (EMC) d’A Oficina. Nos dias 23 e 24 de janeiro de 2020, o espetáculo Válvula  – para público adolescente – parte da história do graffiti para nos levar numa viagem com diversas perguntas: Porque desenhamos nas paredes desde há milhares de anos? São esses traços transgressão ou arte, comunicação ou ocupação? Entre 23 de janeiro e 1 de fevereiro de 2020, a exposição Válvula – Eu estive aqui!, organizada e desenhada por António Jorge Gonçalves, mostra-nos uma história do  graffiti de A a Z. 

No espetáculo Válvula, apresentado na Black Box do CIAJG a 23 e 24 de janeiro de 2020, às 10h30 e às 15h00, o desenhador António Jorge Gonçalves convida o rapper Flávio Almada (aka LBC Soldjah) para, juntos, arriscarem respostas sobre a história do graffiti. Nesta performance – meio palestra, meio concerto de hip-hop – o desenho digital, a música e as palavras guiam-nos pelos riscos que caçadores recoletores fizeram nas rochas há 30.000 anos, pelas anotações desenhadas dos romanos nas paredes das casas em Pompeia, e pelos murais mexicanos de há 100 anos atrás. Tudo para podermos compreender as pinturas a lata de spray que enchem em sobressalto os muros das nossas cidades. Esta performance – criada e interpretada por António Jorge Gonçalves (palavras e desenho digital) e por LBC Soldjah (palavras e música), com direção e produção musical de RAS M e participação do DJ ERRY Gdirige-se a um público com mais de 12 anos de idade e é aberta a escolas e instituições.

A exposição Válvula – Eu estive aqui! (Uma história do graffiti de A a Z), organizada e desenhada por António Jorge Gonçalves, pode ser explorada por público de todas as idades entre 23 de janeiro e 1 de fevereiro no CIAJG, com entrada livre. Esta mostra – um glossário apresentado num conjunto de 20 caixas-dioramas – dá a ver as relações entre o graffiti contemporâneo e aquilo que os humanos foram riscando em diferentes épocas e geografias: das gravuras pré-históricas às assinaturas dos writers, dos escritos de casa de banho aos murais revolucionários, das runas viking nas catedrais medievais aos alfabetos indecifráveis nas paredes das nossas cidades, do hip-hop aos comentários nas paredes das casas romanas, descobre-se um mundo ritual de comunicação, rebeldia e beleza.

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