JULIA STONE apresenta single “Fire In Me”

JULIA STONE apresenta single “Fire In Me”

Fire In Me nasceu entre Sydney, com Dann Hume, Nova Iorque, com Thomas Bartlett e no estúdio de Annie Clark (também conhecida como St. Vincent), em Los Angeles, com as linhas da trompa gravadas nos estúdios Sing Sing em Chapel St, Melbourne.

Julia Stone revela o mais recente single do próximo álbum Sixty SummersFire In Me. Com o glam rock e os vocais assombrosos de Julia Stone, Fire In Me é uma das faixas mais instantaneamente impressionantes de Sixty Summers. Co-escrita com Dann Hume, a batida de Fire In Me espelha o conteúdo lírico da música, que descreve “como uma capacidade de ser, ou fazer qualquer coisa que se queira”.

Sobre a força interna de todos, Fire In Me é, para Julia Stone, “uma música sobre como criar um sentimento de pura energia”. “Adoro a sensação de quando uma música soa ao que a letra significa”, descreve. Resultado de um trabalho em várias cidades, Fire In Me nasceu entre Sydney, com Dann Hume, Nova Iorque, com Thomas Bartlett e no estúdio de Annie Clark (também conhecida como St. Vincent), em Los Angeles, com as linhas da trompa gravadas nos estúdios Sing Sing em Chapel St, Melbourne.

Fire In Me é o quinto single do terceiro álbum a solo de Julia Stone, Sixty Summers (com lançamento previsto para 30 de abril 2021). Segue-se a We All Have (feat. Matt Berninger) – uma doce balada com a participação do vocalista dos The National, à sonhadora Dance, à etérea Unreale ao seu primeiro single há mais de oito anos, Break– uma música vertiginosa encharcada de pop. As faixas referidas juntam-se a outras nove em Sixty Summers.

Sixty Summers – álbum editado após seis anos do lançamento do anterior – emerge da selva do folk e do indie-rock, com Julia Stone a mergulhar no mundo cosmopolita e hedonista do pop noturno. O álbum traz a coragem e o brilho da cidade, com todas as alegrias, perigos, romances e riscos nela presentes. É uma Julia Stone no seu ser mais verdadeiro e brilhante, que finalmente partilha o seu longo e secreto caso de amor com este género musical.

Gravado esporadicamente ao longo de cinco anos, de 2015 a 2019, Sixty Summers foi moldado pelos principais colaboradores de Julia Stone neste álbum: Thomas Bartlett aka Doveman, e Annie Clark aka St. Vincent. Ambos constituiram o par simbiótico que Stone precisava para realizar sua primeira visão pop. Um mago da produção e composição, Bartlett ajudou a atrair o espírito independente e elementar de Sixty Summers, escrevendo e gravando mais de 30 demos com ela nos seu estúdio, em Nova Iorque. Matt Berninger e Bryce Dessner, dos The National, finalizaram o álbum.

Muito diferente do trabalho anterior de Julia Stone, Sixty Summers é um mundo em si mesmo, uma nova paisagem que pode tirar o fôlego. Enquanto os álbuns a solo anteriores, The Memory Machine (2010) e By The Horns (2014), a encontravam numa luta contra a escuridão natural que aparece quando se ama demais, Sixty Summers mostra-nos uma Julia Stone a reivindicar cada parte de si: fogo, fúria, amor, luxúria, desejo.

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