Myles Sanko apresenta novo disco em Portugal

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Depois de um ano de sonho com mais de 90 espetáculos e uma tour partilhada com Gregory Porter, Myles Sanko dá as boas vindas a 2018 com quatro datas em Portugal.
2017 é sem dúvida o ano de Myles Sanko. Conhecido pelo seu poder e fantástica performance ao vivo, juntamente com os 7 elementos que compõem a sua banda, Myles traz a Portugal o álbum “Just Being Me”, bem como temas dos dois álbuns anteriores.
A mini-tour de quatro datas vai levá-lo de Norte a Sul de Portugal, onde o músico reúne já muitos seguidores que, pela primeira vez, terão oportunidade de ver ao vivo o novo trabalho de Myles. Primeiro, a 24 de Janeiro na Casa da Música do Porto pelas 21h30 e no dia seguinte no Musicbox de Lisboa, às 22h30. Dia 26, Sanko toca no Centro de Artes de Águeda e, por fim, dia 27 no Theatro Circo em Braga cerca das 21h30. Os bilhetes já estão à venda, excepto para o espetáculo de Águeda que anunciará em breve, e custam entre 15€ e 20€ consoante o local.
Myles Sanko, começou a sua carreira musical como cantor e rapper acompanhando DJ’s em discotecas. Vocalista dos Bijoumiyo, Myles trabalhou ainda com os reis do funk, Speedometer. Com o seu estilo sincero e direto, facilmente se pode associar o seu trabalho a um passado, presente e futuro. Myles Sanko gravou o seu álbum de estreia, “Born In Black & White”, em 2013. Sem qualquer distribuição ou marketing, o disco vendeu tão bem que Myles rapidamente se apercebeu que estava a criar algo bom. A confirmação veio com o sucesso alcançado com o crowdfunding de apoio à produção do segundo álbum “Forever Dreaming”. A palavra passou rapidamente até Gregory Porter que o convidou para a sua digressão.
Ao terceiro álbum, “Just Being Me”, Myles Sanko regressa às origens. Nas palavras do artista, “este álbum é sobre amor, esperança e política, e tem um pedaço de mim em cada parte. Tanto é sobre mim enquanto ser humano, como sobre partilha e entreajuda”. Myles acrescenta que optou por “uma produção clássica de jazz”, mas manteve-o com soul e groove, uma vez que queria capturar a sua “jornada musical desde a passagem pelo hip-hop até à descoberta da soul e, mais recentemente, do jazz”.
Na verdade, a história da música de soul britânica é uma longa história sobre a busca de identidade. Com o seu terceiro álbum “Just Being Me” o cantor, compositor, produtor, designer, músico e cineasta, Myles Sanko, acrescenta um capítulo essencial a esta viagem. Com a sua rica instrumentação e colorido arranjo, o álbum tem o grito de poder próprio de um excelente álbum soul.