NOUVELLE VAGUE: 15 ANOS A CANTAR O MUNDO

As francesas mais portuguesas do mundo estiveram na Casa da Música para agradecer todo o carinho e apoio ao longo dos 15 anos de carreira.
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Phoebe Killdeer e Melani Pain lançaram o primeiro álbum em 2004 e, desde então, Portugal tem sido um dos países por onde têm passado com regularidade, e onde fazem questão de (sempre) regressar.

O concerto de comemoração dos 15 anos de carreira dos Nouvelle Vague termina com uma das melhores declarações de amor pelo nosso país. “Obrigada pela hospitalidade“, “obrigada pelo bom tempo“, “obrigada pela simpatia e pela comida” foram algumas das frases ouvidas na Casa da Música. Nunca se tinha assistido a um concerto onde, no final, tivesse havido tanto desejo da banda ser adotada por Portugal. … mas já lá vamos!

© Nuno Machado

O concerto intimista, em versão acústica, da celebração do primeiro álbum (homónimo) dos Nouvelle Vague prometia uma proximidade forte entre os franceses e o público português.

Apagam-se as luzes, solta-se o fumo e os músicos entram. A primeira surpresa parece logo no início. Phoebe Killdeer e Melani Pain entram pela porta situada a meio da plateia. Enquanto Marc Collin e Olivier Libaux se vislumbram por entre a neblina, as meninas cantam “Fade to Grey” à medida que atravessam a sala, de um lado ao outro. Lentamente, descem até ao palco, onde partem para “Blue Monday“.

© Nuno Machado

Os hits sucedem-se uns aos outros até que pedem ajuda do público para “Too Drunk to Fuck“. Todos de pé, a Sala Suggia, esgotada, transforma-se! Com altos e baixos, com músicas mais e menos mexidas, o público colabora sempre que é requisitado.

A principal banda de covers do mundo entoa outros sucessos e sucessos de outros tempo. Lembra Orchestral Manoeuvres in the Dark, The Violent Femmes, Clash e Talking Heads. Rapidamente chega ao fim do concerto ao som de “Love Will Tear us Apart” de Joy Division.

© Nuno Machado

Regressam para um único encore com “The Killing Moon“, “Just Can’t Get Enough” e “In a Manner of Speaking“.

O final, tal como referido no início da reportagem, foi uma longa e sentida declaração de amor pelo país que “sempre tão bem as acolhe“. De lembrar que Portugal viu Nouvelle Vague editar 2 álbuns (Aula Magna e Acoustic) gravados ao vivo, disponíveis apenas para o mercado nacional. Uma prova de que existe realmente uma ligação forte com o público português.

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