O SEGUNDO DIA DO BONS SONS RESERVA MUITO AOS SEUS VISITANTES

Share on facebook
Share on google
Share on twitter
Share on linkedin

Não restam dúvidas: agora ninguém pára mesmo esta edição do BONS SONS. Depois de um dia de grandes emoções onde não faltou música, com o concerto de abertura pela Orquestra Filarmónica Gafanhense com interpretação de temas das dez edições e o público a cantar em coro na atuação da primeira dupla – Benjamim e Joana Espadinha – em estreia de novo palco e no concerto Diabo na Cruz com a participação de Carlos Guerreiro, dos Gaiteiros de Lisboa e muitos outros concertos, a noite terminou com “Never Ending Story”, pelas mãos de João Melgueira, um prenúncio para os dias que se seguem.

O segundo dia do BONS SONS começa às 14:00 e o festival enche-se logo com as vozes de Inês Graça e Carlos Norton, mais conhecidos como Cal, dupla que recorre apenas às suas cordas vocais, com loops e efeitos, para criar uma panóplia de músicas originais.

No mesmo palco MPAGDP, às 16:30, destaca-se outro duo, Ana Correia e Tânia Pires, que juntas formam Adélia, projeto no qual, através do canto e de vários instrumentos, prestam homenagem a Adélia Garcia, às suas músicas e a todas as trabalhadoras de lenço na cabeça espalhadas pelo país fora.

Dada Garbeck, alter ego de Rui Souza, constrói músicas às camadas com sintetizadores e loops enquanto que os Gator, the Alligator nos hipnotizam com as suas descargas elétricas em formas de ondas sonoras, num concerto que surge como prémio por terem sido a banda portuguesa mais bem classificada no Festival Termómetro deste ano.

Diretamente vinda da Cafetra Records, Sallim encanta o BONS SONS às 17:30 no palco Giacometti – INATEL com a sua voz clara e as suas músicas melancólicas que nos fazem viajar pela sua vida.

A tarde termina com duas atuações de relevo: Afonso Cabral, vocalista dos You Can’t Win Charlie Brown, que se estreia a solo no BONS SONS, apresentando o seu primeiro disco; e Lodo + Peixe, onde a banda de post-rock instrumental nascida em Cem Soldos junta os seus riffs vibrantes aos sons de guitarra clássica de Peixe – Pedro Cardoso, membro fundador dos Ornatos Violeta.

A noite é marcada pela voz do fadista de culto Helder Moutinho, os sons de guitarras e baixos distorcidos com veia eletrónica dos Paraguaii e a junção First Breath After Coma + Noiserv, onde a música da banda de Leiria que recentemente lançou o álbum visual NU se junta à variedade sonora do homem-orquestra que é David Santos.

E ainda há tempo para mais! Budda Power Blues & Maria João sobem ao palco Lopes-Graça às 00:45, aliando aquela que é considerada das mais importantes bandas de blues nacional e a cantora de jazz com 34 anos de carreira com a qual criaram o disco “Blues Experience”. Segue-se Scúru Fitchádu no palco António Variações às 2:00 e os batimentos cardíacos aceleram com as suas linhas de baixo distorcidas, baterias aceleradas e o noise que caracterizam a música de Marcus Veiga.

Claro que a noite de sexta-feira não termina aqui e o DJ Narcisco espalha as suas melodias vibrantes e batidas metálicas ao longo da noite para ninguém perder as energias com aquela que é a presença que tem marcado as noites Príncipe.

BONS SONS

© Carlos Manuel Martins

ATIVIDADES PARALELAS

Os concertos começam no início da tarde mas logo pela manhã há muitas atividades que são uma parte crucial daquilo que faz o BONS SONS um festival especial.

As sessões de música para famílias continuam assim como as atividades em roda do Burro de Miranda e surge a primeira sessão de Música para Grávidas que marca um momento muito especial para todos aqueles que aguardam o nascimento de um bebé.

Enquanto é reposta a história encenada Portuguesas Inesquecíveis, de Cláudia Gaiolas, assim como a performance Volta a Portugal em Coreto, por Tiago Madaleno, e Uma Árvore no Largo, documentário de Cátia Santos e Tomás Quitério sobre o BONS SONS, ambientes, missões e pelas pessoas que dele fazem parte. É às 23:00 no Palco António Variações.

Acontece a estreia no BONS SONS do espetáculo de dança Danza Ricercata, de Tânia Carvalho, em parceria com o Festival Materiais Diversos, na qual se testam os conceitos de improviso e dança coreografada. Tudo acontece com um único piano em palco, um compositor, uma música, uma pianista, uma coreógrafa e uma bailarina.

BILHETES À VENDA

PASSE 4 DIAS
50€   AGOSTO

BILHETE DIÁRIO
25€   AGOSTO

Apenas disponíveis nas bilheteiras do recinto

NOVAiDS White-01