Porto volta a 1986 com Benjamim e Barnaby Keen

O duo apresentou o seu álbum no Hard Club para uma sala praticamente cheia.
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O duo apresentou o seu álbum no Hard Club para uma sala praticamente cheia.

Depois de muita antecipação, “1986”, o álbum conjunto entre Benjamim e Barnaby Keen foi finalmente apresentado no Porto. O Hardclub recebeu esta sexta-feira a música anglo-portuguesa dos dois, com muitos sotaques à mistura e um público disposto a juntar-les o sotaque do Norte.

Ouvir as músicas de “1986” é ouvir a história de uma amizade. Os dois músicos, um português e outro inglês, nascidos em 1986, conheceram-se num cinema em 2012 e editaram o álbum há dois anos. O album é composto por músicas em português e inglês, mas um ajuda o outro: Benjamim apoia com o seu inglês as músicas de Keen, e o britânico empresta o seu sotaque brasileiro – que aprendeu durante seis meses a viver no Brasil – às musicas de cantautor de Benjamim.

A segunda sala do Hardclub recebeu calorosamente os dois músicos, acompanhados por António Vasconcelos Dias, João Correia e Nuno Lucas. O público, inicialmente tímido, rapidamente os acompanhou, especialmente nos temas mais conhecidos do álbum.

“Terra Firme” animou o recinto, fazendo do Hardclub uma casa de rock, “Warm Blood”, de Keen, tentou quebrar a desconfiança inicial, e “Disparar” meteu a água na fervura. Foi, aliás, a música mais cantada pela audiência, que dançou e disparou durante o refrão.

Terminado o serão, vénia feita e luzes ligadas, as caras do Porto estavam repletas de sorrisos, de orelha a orelha. Fez-se assim uma noite de afetos e o início de uma espera para uma nova colaboração internacional.

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