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Rod Krieger no Sabotage dia 16 de janeiro de 2020

Radicado em Lisboa desde o início de 2019, Rod Krieger foi baixista no Brasil durante 15 anos, na banda Cachorro Grande, com a qual gravou cinco discos de estúdio e um DVD ao vivo, além de ter percorrido as principais cidades do país com uma intensa agenda de concertos. Devido a uma performance explosiva nos palcos, a Cachorro Grande conquistou o prémio de melhor concerto na extinta MTV Video Music Brasil e, ao longo dos anos, dividiu o palco com bandas como Oasis, Supergrass, Primal Scream, Iggy Pop, Aerosmith e em 2016 abriu para os Rolling Stones em Porto Alegre durante a tour Olé. Em 2018, a banda lançou um disco ao vivo com a participação de Samuel Rosa (Skank) e, no final do ano anunciou a sua extinção.

Neste período, Rod trocou cartas com seu grande ídolo, Arnaldo Baptista, e criou um projeto em sua homenagem que contou com o próprio na primeira fila na estreia no Teatro da CAIXA Cultural, em São Paulo, em 2018. O projeto já reuniu nomes como Karina Buhr, Thunderbird, Tatá Aeroplano, Hélio Flanders, Charly Coombes (ex-Supergrass que mora no Brasil), entre outros.

Atualmente, Rod Krieger prepara-se para editar seu primeiro álbum solo, A Elasticidade do Tempo, previsto para março de 2020.

Entretanto, anuncia o lançamento de mais um single – Raiodisponível nas plataformas streaming na próxima terça-feira, 14 de janeiro de 2020. Depois de Louvado Seja Deus e Todos Gostamos de Você, Krieger vai apostar numa canção instrumental, com guitarra, baixo, bateria e sitar, que apresentará uma outra faceta do artista, que antes flirtou com timbres eletrónicos.

Depois de realizar dois ensaios abertos na Fábrica Braço de Prata, em novembro de 2019, Krieger tem aprimorado os arranjos das músicas com o The Telepathic Owls, duo formado por Halisson P. no baixo e Mick Maciel na bateria.

O primeiro concerto de 2020 é a 16 de janeiro de 2020, a partir das 23h, no Sabotage, em Lisboa. Para o repertório, Krieger montou uma setlist que vai resgatar sua história como músico que começou no Brasil há mais de 20 anos. Além de quatro canções do disco inédito, irá tocar versões das suas duas antigas bandas, Os Efervescentes e Cachorro Grande, e uma homenagem a Júpiter Maçã, um dos mais importantes artistas da música brasileira psicadélica e amigo de Rod, que faleceu em 2015.

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