GABINETE DE IMPRENSA

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TODO UM FIM DE SEMANA DE BONS SONS

Depois de um dia de grandes emoções que deixam ainda arrepios na pele, temos um dia pela frente que promete não ficar atrás daquilo que já aconteceu até agora. O fim-de-semana BONS SONS é preenchido de energia ao máximo desde cedo até às tantas da manhã.

A primeira atuação do dia vem da parte do grupo coral infantil Pequenas Espigas que, no palco MPAGDP, vem demonstrar a forma como dominam o Cante Tradicional Alentejano, que tanto têm divulgado pelo país fora e até pelo estrangeiro.

Seguem-se Manuel Maio e José Valente, que juntos fazem Valente Maio, saltitando entre o clássico e o jazz e fazendo uso de um violino, uma viola de arco e vários pedais de efeitos. Pouco depois, o autodidata Jorge de Rocha faz ouvir a sua voz e o seu baixo a solo no Palco Giacometti – INATEL.

Rezas, Benzeduras e Outras Cantigas são formados por Vânia Couto e César Prata que, como bons cantores e multi-instrumentistas que são, fazem uso de vários instrumentos, objetos sonoros, pedais de loops e programação para criar um ambiente sonoro que cruza o mais ancestral e profundo da tradição com os instrumentos acústicos.

Às 17:30 sobe ao palco Giacometti – INATEL Tiago Fracisquinho, munido do seu didgeridoo, com o qual cria versões eletrónicas de música étnica e dance com uma rapidez impressionante.

De seguida, o BONS SONS recebe os Baleia Baleia Baleia, dupla que em 2018 lançou o seu primeiro disco homónimo e que agora nos vem apresentar as suas oito faixas de rock afiado e punk rock dançável.

Depois do concerto de ontem com os Lodo, Peixe atua novamente, desta vez com Frankie Chavez, com quem forma os Miramar. Os dois trazem ao palco o seu talento na guitarra e unem-se como se fossem um só.

Pode ser difícil de pronunciar mas é fácil de dançar ao som dos Três Tristes Tigres. Formados nos anos 90 e com o último disco lançado em 98, são conhecidos por muitos e estão prestes a lançar um novo trabalho em 2019. No BONS SONS, vêm exibir este novo fôlego que o grupo ganhou.

Às 22:00, o Palco Lopes-Graça recebe o DJ e produtor Stereossauro, em concerto com banda, para unir os universos do hip hop e a música portuguesa a que tanto está apegado.

Um grande destaque não podia deixar de ser o concerto dos Pop Dell’Arte no Palco Zeca Afonso às 23:15. Foram criados em 1985 por João Peste, já lançaram cinco discos de originais, a sua formação muda com frequência e são uma forte influência para muitos. Uma paragem obrigatória para qualquer visitante do festival este ano.

Pouco depois da meia-noite, Tiago Bettencourt invade o Palco Lopes-Graça. Começou com os Toranja em 2003 e hoje é um dos nomes mais conhecidos da nova música portuguesa e será um dos centros da atenção desta noite.

A noite de concertos termina no Palco António Variações com Glockenwise + JP Simões, juntando a banda de Barcelos, que no ano passado lançou o seu primeiro disco em português, com um dos grandes nomes do panorama musical nacional que esteve ligado a projetos como Pop Dell’Arte, Belle Chase Hotel e o Quinteto Tati.

A festa do dia 11 acaba com o campeão de scratch e amante de todo o tipo de música, DJ Ride, com o seu espetáculo Pixel Trasher e a sua componente visual que promete abalar o BONS SONS. Às 02:45 no palco Aguardela.

BONS SONS
© Vera Marmelo

ATIVIDADES PARALELAS

O terceiro dia de BONS SONS comprova uma vez mais a riqueza do seu programa com uma série de atividades paralelas para aqueles que querem espairecer entre concertos.

As sessões de cinema são um exemplo disso. As duas sessões de curtas-metragens – Curtas em Flagrante acontecem no Auditório Agostinho da Silva às 15:00 e 17:00. Dois momentos que nascem da vontade de celebrar os dez anos do festival itinerante Curtas em Flagrante e de trazer o melhor cinema aos visitantes do BONS SONS.

Às 16:00, há mais uma história encenada Portuguesas Inesquecíveis, de Cláudia Gaiolas: “Leonor de Almeida, Marquesa de Alorna”, por Leonor Cabral.

Um momento que é único ao dia 10 de agosto é o debate Territórios e Interioridade que acontece às 18:00 em parceria com o projeto Fumaça. Uma conversa sobre o que pode ser feito para fortalecer a contemporaneidade no campo, com Rogério Roque Amaro (economista e professor no ISCTE) e Maria do Carmo Bica (engenheira agrícola, técnica da Direção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural. Presidente da Cooperativa 3 Serras de Lafões).

O documentário sobre o BONS SONS – Uma Árvore no Largo, de Cátia Santos e Tomás Quitério – é exibido hoje, às 21:00, ao ar livre, no Palco Lopes-Graça.

As atividades para crianças e famílias continuam a ser uma aposta do BONS SONS e as propostas para todas as idades não são poucas e incluem a divertida Oficina de Percussão Corporal, para crianças dos 6 aos 12 anos.

BILHETES À VENDA

PASSE 4 DIAS
50€   AGOSTO

BILHETE DIÁRIO
25€   AGOSTO

Apenas disponíveis nas bilheteiras do recinto