Open Call para Porto/Post/Doc 2021

Open Call para Porto/Post/Doc 2021

Competem na categoria Transmission filmes sobre música ou cultura pop produzidos em 2020 ou 2021.

O Porto/Post/Doc: Film & Media Festival decorrerá de 19 a 28 de Novembro de 2021.  As candidaturas de filmes com data de produção em 2020 ou 2021 estão abertas para as seguintes competições:

Competição Internacional: documentários, documentários experimentais e produções visuais inovadoras que se aproximam do documentário, com a duração mínima de 50 minutos. São também considerados filmes documentais com forte componente ficcional. 

Cinema Falado: filmes falados em português ou relacionados com a cultura portuguesa;

Competição Cinema Novo: documentários com menos de 40 minutos, produzidos por escolas de cinema e por estudantes portugueses em escolas estrangeiras;

Transmission: filmes sobre música ou cultura pop;

Mini/Teenage: filmes (animação, ficção ou documentário, em formato curto ou longo) apropriados para crianças ou adolescentes;

Sessões Planetário: filmes imersivos em formato fulldome.

Prazos de submissões:
· early deadline: 31 de Março de 2021;
· regular deadline: 30 de Junho de 2021;
· extended deadline: 31 de Agosto de 2021. 

A candidatura de filmes no festival pode ser feita através de duas plataformas: FilmFreeway e Eventival (disponível em breve). 

Em 2020, o Porto/Post/Doc inovou e expandiu-se para lá das fronteiras físicas, apresentando uma versão online da programação. Além disso, o festival voltou a ocupar as salas do Teatro Municipal do Porto – Rivoli, do Cinema Passos Manuel e do Planetário do Porto, numa edição que ficou pautada pela fusão entre digital e presencial. 

No programa dedicado à temática A Cidade do Depois redescobrimos clássicos do cinema e obras contemporâneas que deram o mote à discussão que ocupou os três painéis do Fórum do Real. Pela primeira vez, a secção Cinema Falado tornou-se competitiva, garantindo a atribuição de um prémio para produções de filmes falados em português, num ano particularmente difícil para a indústria cinematográfica. Exploramos a história contemporânea da América através das figuras de David Byrne e de Martin Luther King e redescobrimos pérolas perdidas do cinema português como “O Movimento das Coisas”, de Manuela Serra, ou “A Invenção do Amor”, de António Campos. Reforçamos também ligações a outras cinematografias nacionais, sobretudo, à espanhola. Paralelamente, descobrimos o cinema contemporâneo através de uma competição internacional que se desdobrou em origens, temáticas e formatos, e de uma competição dedicada aos filmes de estudantes porque, afinal, o futuro não espera. 

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