SAL apresentam “Não Vale Chorar” e anunciam álbum

SAL apresentam “Não Vale Chorar” e anunciam álbum

"Passo Forte", disco de estreia da banda, será editado a 29 de Outubro Concerto de apresentação no Maria Matos a 16 de Novembro

Existe um Portugal dentro deles que não acaba e um rock moderno cheio de alma
                                                                                      Pedro Moreira Dias (Vodafone FM)
 
Os SAL são uma banda rock que bebe inspiração na música popular e tradicional temperada com uma sonoridade eletrónica moderna. Ou não fosse ela formada pelos experientes Sérgio Pires (voz e braguesa), João Pinheiro (bateria), Daniel Mestre (guitarras) e João Gil (baixo), todos ex-Diabos na Cruz, e Vicente Santos (teclas). 
 
Passo Forte”, o single de apresentação, foi um primeiro aperitivo muito bem recebido pela sua crescente legião de fãs e pelas rádios de norte a sul do país, que o incluíram nas listas de preferências dos seus ouvintes. 
 
O disco de estreia dos SAL, também intitulado “Passo Forte”, será lançado a 29 de Outubro com edição da Valentim de Carvalho. O álbum foi preparado durante o último ano e meio e revela um som poderoso que transporta o ADN dos seus elementos: uma banda rock com uma sonoridade requintada que mistura as raízes da música tradicional com um lado mais electrónico e contemporâneo.
 
O espectáculo de apresentação do disco terá lugar a 16 de Novembro às 21h00 no Teatro Maria Matos em Lisboa.
 
É, por isso, o momento perfeito para os SAL revelarem mais um novo tema do álbum, “Não Vale Chorar”, que já está disponível em todas as plataformas digitais. Citando-os:
 
“Uma canção de amor em tempos de pandemia, quando a incerteza que nos rodeia nos obriga a olhar para aquilo que tanto nos falta, o tempo, para sermos mais solidários, mais próximos, mais humanos.”

O videoclipe é da autoria de Marco Oliveira e é assim que o realizador o apresenta:

“Numa fase muito peculiar do mundo contemporâneo, sente-se a urgência de um retorno a uma vivida realidade, anterior a esta dura pausa forçada. É neste contexto que as memórias se tornam mais preciosas. Ao revisitá-las temos a esperança de as poder reviver, e que assim não se tornem meras abstracções.

Este filme constrói-se, de uma forma experimental, a partir de uma recolha de fragmentos de arquivos familiares. Apesar de distantes entre si, estes fragmentos tentam criar um novo sentido que encurta o tempo e a distância que nos separa desse tão irónico “novo normal”.”


SAL é para consumir todo, até ao fim, em doses generosas e sem qualquer espécie de moderação.

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